🎮 Análise: Battlefield 6, O Retorno do Caos que Amamos! Olha… depois de anos de "experimentos" (pra não dizer outra coisa 👀), a EA finalmente parece ter lembrado o que faz Battlefield ser Battlefield. BF6 chega como aquele amigo que sumiu, mas volta com um “tô diferente agora”, e realmente está. 💥 Multiplayer: É o bom e velho caos coordenado (ou pelo menos tenta ser). Você entra achando que vai jogar taticamente, mas cinco minutos depois tá pulando de um prédio com um C4 gritando “por Deus e pela equipe!”. Os mapas estão enormes, cheios de pontos estratégicos e, claro, com aquele festival de explosões que fazem seu PC soar como um Boeing decolando. A jogabilidade tá fluida, o gunplay mais preciso e, o mais importante, as partidas voltaram a ter alma. Não é só correr e morrer: é morrer com estilo e com propósito. 🎬 Campanha: Sim, meus caros… ela existe. E não é só um tutorial glorificado. A campanha de BF6 tenta resgatar aquele sentimento cinematográfico dos velhos tempos, tiroteio intenso, drama, e momentos que te fazem pausar pra dizer “meu Deus, isso ficou bonito demais”. É curta? É. Mas é Battlefield, não um livro de história. Serve pra te aquecer antes do verdadeiro campo de guerra: o multiplayer. 🪖 O Veredito: Battlefield 6 é o renascimento da bagunça organizada. É o reencontro com o barulho, a destruição, os veículos, e aquele sentimento de estar numa guerra de verdade, e não num joguinho genérico de tiro. Se você é fã das antigas, pode respirar aliviado: o Battlefield raiz voltou. E se você é novo por aqui, prepare-se pra aprender da forma mais divertida possível, tomando bala enquanto tenta entender quem explodiu o prédio ao lado. ⭐ Nota final: 9/10 — porque nenhum Battlefield é perfeito… mas esse chega bem perto de fazer a gente esquecer os últimos.
Digamos que esse BF até está bom se for comparar com COD (kkkk), mas por ser um Battlefield, sinceramente não curti. Há vários pontos negativos que mostram como a franquia está se desviando totalmente do espírito original e tentando ser apenas um “COD da EA”. Parece que o foco agora é só tentar roubar os jogadores da Activision. 1. Mapas e identidade perdida: Eu jogo Battlefield justamente pelos mapas grandes com vários veículos — aquela sensação de guerra total. Só que aqui me deparei com apenas dois mapas realmente grandes, e nem são grande coisa. O único mapa bom é o Operation Firestorm, que ironicamente é um mapa do BF3! Dá pra ver o nível de preguiça da EA: em vez de criar novos cenários épicos, preferiram apostar em mapas com cara de COD e deixar a comunidade se virar com o Portal. Até o BFV teve mapas mais inspirados que esse. Como fã de Battlefield, fiquei bem decepcionado — e o pior é que quase ninguém comenta sobre isso. Nunca vou esquecer a primeira vez que joguei BF 1942 e pensei: “Caraca, esse mapa El Alamein é a renovação em jogos de tiro multiplayer!” — 30 minutos andando perdido no deserto, sem saber pra onde ir, mas me divertindo mesmo assim. Aquilo era Battlefield de verdade. Hoje em dia, parece que essa essência se perdeu completamente. 2. Bots e modo reduzido: Outro ponto que me incomodou foi a quantidade absurda de bots. Em mais da metade das partidas é basicamente você e IA. Além disso, removeram o modo com mais de 100 jogadores, o que tirou ainda mais da grandiosidade que sempre marcou a série. Ponto positivo (entre aspas): Pelo menos não tem mais loot boxes, haha. Mas sinceramente, isso nem deveria ser considerado um ponto positivo — deveria ser o mínimo.